Domine a arma mais poderosa contra a

ANSIEDADE e PREOCUPAÇÃO

que a ciência já encontrou e

ASSUMA O CONTROLE DAS SUAS EMOÇÕES!

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IMAGINE COMO SUA VIDA SERIA SE VOCÊ...

  • Fosse menos preocupado e mais paciente?

    Ansiedade é um dos distúrbios emocionais mais comuns e que causam mais dano. Quão mais feliz você seria se conseguisse se livrar da preocupação crônica?

  • Melhorasse a qualidade do seu sono reparador?

    O sono é um elemento essencial para a qualidade de vida de qualquer pessoa. Se você melhorasse seu sono, quão melhor seria sua qualidade de vida?

  • Tivesse mais energia e disposição?

    A maior parte da sua energia é utilizada pela sua mente. Quando mais clara e organizada for sua mente, mais energia você tem. Quanto mais você conseguiria alcançar se tivesse mais energia?

  • Tivesse o dobro da capacidade de concentração que você tem hoje?

    A sua produtividade está ligada diretamente com sua capacidade de ter foco na realização de tarefas. Quão melhor seria o seu desempenho profissional se você fosse menos distraído?

  • Tivesse mais controle emocional e bom humor?

    Muitos de nós vive no limite do estresse. Qual seria o nível de melhoria nos seus relacionamentos se você tivesse mais autocontrole?

Quer ter essa melhoria na sua qualidade de vida?

Se você...

  • ...tem problema com preocupação demais e precisa se tornar uma pessoa menos ansiosa;
  • ...quer desenvolver sua calma e melhorar capacidade de resolução de problema.
  • ...precisa encontrar sua paz interior em um mundo caótico;
  • ...já tentou meditar, mas desistiu por falta de tempo, disciplina ou porque achou difícil;
  • ...quer aprender a reduzir seu nível de estresse e a regir melhor em situações de pressão;
  • ...quer aumentar o controle emocional com técnicas cientificamente comprovada;
  • ...nunca meditou, mas quer criar esse hábito;
  • ...precisa ter mais compromisso com a própria saúde.

Então, você precisa aprender a meditar!

Mas, como funciona a meditação mindfulness e por que você deve aprender a meditar segundo a ciência?

a ciência já comprovou que mindfulness...

  • Ajuda a curar e prevenir a depressão e a ansiedade crônica.
  • Diminui os níveis de estresse e aumenta a calma.
  • Melhora a produtividade e atuação profissional.
  • Melhora a atenção, o foco e a capacidade de raciocínio.

Por isso, nós criamos o curso
Mindfulness: atenção plena para Iniciantes!

A missão desse curso é que cada aluno...

- Aprenda a importância da atenção plena para sua vida e saúde
- Conheça as principais técnicas de atenção plena que podem ser aplicadas no seu dia-a-dia;
- Conheça as atitudes de mindfulness que vão ampliar a compaixão, calma, perdão e força emocional em suas vidas;
- Desenvolva o hábito da meditação mindfulness;
- Aprenda como lidar com cada um dos principais desafios enfrentados por quem quer começar a meditar;
- Adquira ferramentas para gerenciar sua ansiedade, preocupação e estresse; - Aprenda a implementar atividades para melhorar sua concentração, energia e capacidade de lidar com emoções;

O que você vai aprender

O que é Mindfulness, sua importância e aplicação

Técnicas de combate ao estresse e a ansiedade

As atitudes de Mindfulness para mais equilíbrio emocional

Técnicas de mindfulness para o dia-a-dia

Treinamento de 4 semanas
(100% online)

O curso é organizado em 4 módulos e totaliza 3 horas de vídeos onde o aluno aprende:
- o que é atenção plena;
- qual a história da meditação mindfulness e o que a ciência tem a dizer sobre ela;
- quais são as atitudes mentais desenvolvidas por quem pratica mindfulness e...
- técnicas de meditação mindfulness para o dia-a-dia.

Laboratório de Mindfulness
(atividades práticas)

O laboratórios de mindfulness foi projetado para promover a iniciação e um aprendizado prático ao aluno, dando-lhe a oportunidade de experimentar algumas das práticas mais importantes associadas a Mindfulness.

São disponibilizados 21 exercícios guiados de meditação mindfulness em áudio - 7 por semana - para que o aluno se familiarize com práticas de mindfulness, desenvolva o hábito de meditação e possa aplicá-las na sua própria vida.

Instrutora

Beatriz Rustiguel possui 15 anos de experiência em comunicação, marketing e educação no ensino superior. É bacharel em Comunicação Social, e ministrou aulas durante vários anos no ensino superior. Trabalhou também como consultora em instituições internacionais e tem se focado nos últimos anos ao desenvolvimento de habilidades sócio-emocionais e de empreendedorismo em jovens e adultos. 

5/5

O que nossos alunos estão falando sobre o curso

"Ótimo, bem explicativo, com técnicas simples que estou praticando para usar em minhas aulas de meditação guiada. Excelente!"
Antonio de Padua Eulalio Teixeira
A orientação sobre contagem me ajudou a amenizar minha ansiedade! Obrigado!"
Rhainer Gleico Cardoso
"Curso simples, direto e objetivo. Ideal pra quem deseja iniciar na prática do mindfulness."
Fernanda Rodrigues Vilarim
"O curso em si é bem claro com relação a meditação Mindfulness, gostei bastante."
Daniel Silva
"Curso ótimo. Recomendo."
Davi Araújo Esquivel
"Consegui eliminar a resistência até que enfim. A aula sobre hábito foi muito boa também."
Marília Vilarim

Ainda não tem certeza? Não se preocupe.

Você tem 7 dias de garantia INCONDICIONAL!

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Este curso é uma produção de © Mentalidade de Crescimento. Todos os direitos reservados.

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Porque a maioria das pessoas não conseguem ter uma vida plenamente feliz?

A principal razão é porque elas não sabem o que realmente é uma vida feliz. Nós temos uma noção muito vaga do que seja felicidade e plenitude. Confundimos felicidade com ter dinheiro, prazer, ou sucesso… cada uma dessas coisas pode ser um componentes da felicidade, mas não é a felicidade em si mesma.

A ciência, por sua vez, encontrou uma definição geral de felicidade. Por ser um termo muito amplo e que se refere, geralmente, a um sentimento passageiro, a palavra felicidade foi substituida. Eles chamam de “bem-estar” essa sensação de plenitude e realização que algumas pessoas experimentam na vida.

E a psicologia positiva, área de psicologia que se dedica a pesquisar o bem-estar humano, nos ensina que o bem-estar é multidimensional e não se trata apenas do sentimento de felicidade, ou de emoções positivas. Uma boa vida é equilibrada e completa, envolvendo cada um dos diferentes aspectos do ser.

E quais os componentes do bem-estar e de uma vida plena e feliz, afinal?

Índice do artigo

As 6 características de pessoas felizes

Segundo o modelo de bem-estar psicológico da doutora Carol Ryff, o bem-estar pleno, trata-se do equilíbrio entre seis categorias: auto aceitação, crescimento pessoal, propósito de vida, relações positivas com outros, domínio ambiental e autonomia.

Vejamos detalhes de cada uma:

Estão em constante desenvolvimento

Pessoas felizes têm um sentimento de desenvolvimento contínuo; se veem crescendo e melhorando consistentemente; estão abertos a novas experiências; percebem o seu potencial; veem melhorias em si mesmos e em seu comportamento ao longo do tempo; estão mudando de maneira que reflete um profundo autoconhecimento.

Para desenvolver uma mindset como esta, leia o artigo: Mindset de crescimento: a mentalidade ideal para o sucesso

Têm propósito de vida

Pessoas felizes têm objetivos na vida e um caminho, uma direção; sentem que há significado para suas vidas presentes e passadas; se apegam a crenças que dão propósito a sua vida; e têm objetivos a alcançar.

Aceitam a si mesmas

Pessoas felizes e com alto nível de bem-estar possuem uma atitude positiva em relação a si mesmas; reconhecem e aceitam múltiplos aspectos de si mesmas, incluindo qualidades e defeitos; e sentem-se bem sobre o seu passado.

Constroem relações positivas com os outros

Têm relações calorosas, satisfatórias e confiantes com os outros; se preocupam com o bem-estar dos outros; são capazes de forte empatia, carinho e intimidade; e compreendem o dar e receber natural das relações humanas.

Para desenvolver sua inteligência emocional e ser capaz de construir relações sociais positivas, leia o artigo: Inteligência emocional: o que é e como desenvolvê-la para alcançar uma vida pessoal e profissional de sucesso

Têm o domínio do ambiente em que vivem

Pessoas felizes tem um senso de domínio e competência na gestão do seu ambiente; conseguem controlar conjuntos complexos de atividades como trabalho, estudo, vida espiritual e social; fazem bom uso das oportunidades que surgem; e são capazes de escolher ou criar contextos adequados às suas necessidades e valores pessoais.

São independentes

São autodeterminantes e independentes; são capazes de resistir às pressões sociais para pensar e agir de determinadas formas; regulam seus próprios comportamentos de dentro para fora; e se autoavaliam com base em padrões e valores pessoais.

Perceba que Carol Ryff desenvolve este conceito com base da teoria da virtude de Aristóteles que diz resumidamente que uma vida bem vivida não é aquela onde alguém busca sempre se sentir bem o tempo todo, mas sim viver de forma virtuosa.

Assim este modelo fornece um quadro poderoso para analisar e organizar a vida e gerar ideias sobre como viver melhor.

Segundo essa lista, qual é o seu nível de bem estar? Conseguiu identificar área em que precisa melhorar?

Deixe o seu comentário abaixo!

 

Leia sobre os temas

Aqui estão três livros que eu recomento para você começar a pensar sobre a felicidade de forma diferente:

Felicidade autêntica: Usando a Nova Psicologia Positiva para a realização permanente de Martin E. P. Seligman

O Jeito Harvard de Ser Feliz de Shawn Achor

Amor 2.0 por Barbara Fredrickson

Abraços!

Beatriz Rustiguel

 

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Em comemoração ao dia internacional da mulher, 8 de março, neste texto eu apresentamos o que é e qual a importância do feminismo e 3 atitudes que toda mulher deve parar de tomar para fortalecer sua própria mente e promover o empoderamento feminino.

SE VOCÊ TEM RESISTÊNCIA OU DÚVIDA EM RELAÇÃO AO FEMINISMO ESSE ARTIGO É PARA VOCÊ!!

Eis os assuntos que eu abordo no artigo:

Compreendendo o feminismo e o empoderamento feminino

empoderamento femininoA palavra feminismo assusta muita gente, inclusive algumas mulheres, e a razão disso é que muitos acreditam que existe uma guerra entre os sexos e que para fortalecer as mulheres e promover o empoderamento feminino precisamos enfraquecer os homens. Mas, isso está longe de ser a verdade.

Resumidamente o feminismo é:

  • a doutrina que preconiza o aprimoramento e a ampliação do papel e dos direitos das mulheres na sociedade;
  • teoria que sustenta a igualdade política, social e econômica de ambos os sexos;

Então, o feminismo não é uma elaborada conspiração contra os homens. Envolve, na verdade, diversos movimentos, teorias e filosofias que advogam pela igualdade entre homens e mulheres, além de promover os direitos das mulheres e seus interesses.

Ou seja, se você é a favor da igualdade, o feminismo deve ser sua bandeira. Seja você uma mulher ou um homem.

Muitas pessoas, ao conhecerem o verdadeiro significado do feminismo afirmam que sua proposta é até boa, mas que ele é um movimento desnecessário. Afinal “de acordo com a lei as mulheres já têm os mesmos direitos que os homens”.

Eu compreendo como essa pode ser a percepção das pessoas, e eu concordo que, em grande parte aqui no Brasil, nós temos conquistado a igualdade em muitas áreas, PORÉM a ideia de que feminismo é desnecessário está equivocada em três sentidos: (1) ainda existem direitos que precisam ser conquistados – como, por exemplo, a liberdade de escolha sobre o próprio corpo e o estabelecimento em lei que mulheres e homens que desempenham a mesma função devem receber o mesmo salário; (2) igualdade de direitos não se trata apenas de aspectos legais, porém também culturais – a discriminação de gênero é uma realidade que ainda não é tratada na lei porque está ligada à nossa cultura e isso precisa mudar. (3) em muitos lugares do mundo a mulher ainda não tem os mesmos direitos básicos que os homens diante da lei;

Então, se você quer se fortalecer se informe e se envolva na conversa sobre ampliação e fortalecimento de direitos das mulheres tanto na legislação como em aspectos culturais. Não tenha dúvida que o empoderamento feminino gera benefícios reais para você.

Agora, eu lhe apresento três atitudes que te enfraquecem e que você precisa eliminar da sua vida imediatamente!

Pare de viver de acordo com as expectativas dos outros

Tanto homens como mulheres, em medidas maiores ou menores, sofrem pressão a respeito de sua posição na sociedade. A cultura determina o que é o caminho “normal” de vida para todos, e especialmente para as mulheres esse papel é ainda muito mais restrito.

Ambos os gêneros sofrem com pressão, mas para mulheres essa pressão pode se manifestar até em violência e abuso.

Se espera que os homens sejam fortes, provedores, líderes e sexualmente dominantes. De uma forma geral, isso gera pressão sobre eles, mas ao mesmo tempo lhes concede muito mais liberdade de escolha sobre qual papel querem desempenhar na vida. E independente do que eles façam, a expectativa geral é que eles vivam focados em si mesmo e em suas próprias necessidades.

Na maioria das culturas ocidentais, por exemplo, é considerado absolutamente normal que um homem tenha vários filhos com diferentes mulheres e que não se envolva diretamente com a criação de nenhum deles. E isso não vai interferir na percepção que as pessoas têm sobre ele. Ninguém vai pensar que ele é um mau sujeito por isso. Porém, o mesmo não pode ser dito de uma mulher em situação semelhante. Se uma mulher prefere focar em si mesma e não se envolver na criação de um filho, ela é vista como uma mulher “ruim”. Ou seja, existe uma desigualdade no julgamento que a sociedade faz sobre homens e mulheres em situação semelhante por causa da expectativa imposta sobre eles.

A expectativa é que as mulheres assumam o papel de cuidadoras, apoiadoras, assistentes – como, por exemplo, mães, esposas, avós, etc. -, mas nunca a posição de protagonismo da própria vida. Não existe um incentivo e não é considerado normal que uma mulher assuma um papel de autonomia, independência, e até mesmo de liderança.

Mas, você não pode deixar que isso te limite.

Se você quer ser uma esposa e uma mãe, ótimo! Você não precisa abrir mão das suas ambições pessoais e profissionais para isso, e você não deve permitir que as expectativas dos outros sobre você se torne um obstáculo.

A sua identidade não é definida apenas pelo seu estado civil ou pelo seu papel como mãe. Você tem o poder de escolher viver a sua vida como quiser.

O fato de uma mulher ter outras prioridades que não sejam relacionadas ao casamento ou à maternidade não lhe tornam uma mulher melhor ou pior.

Não deixe que o seu valor seja determinado pela opinião dos outros. A única pessoa que deve aprovar a sua vida é você mesma! E não julgue outras mulheres que não escolherem o mesmo caminho que você.

Mulheres apoiando outras mulheres é o realmente gera o empoderamente feminino.

Pare de se sentir culpada por querer respeito e espaço

A competência feminina para liderança é questionada e até mesmo menosprezada cotidianamente. E isso acontece por que existem algumas características de personalidade associadas com à liderança e elas não se encaixam com o que a sociedade considera o comportamento normal e adequado para uma mulher.

A mulher – e a “feminilidade” – está relacionada diretamente com a doçura, com a timidez, com o recato e qualquer atitude que se desvie desses padrões é considerado masculino. Então, a assertividade, a força mental e a frieza emocional necessárias para assumir funções de alta pressão e de alto risco são vistas como ‘coisas de homens’.

Então, muitas mulheres se sentem desconfortáveis e até mesmo culpadas ao assumir atitudes mais assertivas. E mesmo com exemplos excepcionais de mulheres que fazem história no mundo nós, muitas vezes, deixamos a opinião dos outros abalar nossa autoconfiança.

Demonstrar segurança, decisão e firmeza nas atitudes e palavras não deve ser algo desconfortável para nós. Você precisa parar de se sentir culpada por querer respeito, reconhecimento e espaço.

Pare de julgar outras mulheres

Infelizmente, boa parte das mulheres acreditam nas falácias e na visão de mundo que a sociedade impõe sobre as mulheres e acabam perpetuando comportamentos, pensamentos e mindset errôneos que não contribuem em nada com o alcance da igualdade.

Nós devemos parar de julgar e condenar umas às outras!!! O julgamento é um comportamento extremamente prejudicial para você.

Comece por eliminar formas de pensar errôneas e fortaleça sua compreensão sobre os direitos das mulheres. Eis alguns exemplos de verdades que você precisa compreender:

  • Mulheres são livres para ter quantos parceiros sexuais elas quiserem e isso não faz delas melhores ou piores que você.
  • Mulheres que tem múltiplos parceiros não merecem ser abusadas ou agredidas.
  • Mulheres não são culpadas por serem abusadas. A culpa é exclusivamente do abusador!!! (Independentemente da roupa que elas usam!!!).
  • Mulheres não são propriedades de seus pais, namorados e maridos.
  • Mulheres não precisam ganhar menos que seus maridos para fazê-los se sentir melhores e mais seguros.
  • Mulheres não devem ganhar menos que os homens desempenhando a mesma função só por que elas podem engravidar.
  • Mulheres que não gostam de ouvir piadas de conotação sexual e exigem respeito no ambiente de trabalho não estão “fazendo drama” nem querendo “chamar a atenção”.
  • Se sentir incomodada ou com medo por ouvir piadinha e assobio não rua não é “fazer drama”.
  • Mulheres têm o direito de se sentirem seguras em qualquer lugar, a qualquer hora do dia ou da noite, e vestindo qualquer roupa.
  • Não permita que homens te interrompam em uma conversa e se dirijam a você de forma condescendente pelo fato de você ser mulher.
  • Pare de fazer piadas com a TPM ou com a “sensibilidade feminina” e não permita que façam na sua frente. Nós somos capazes de tomar decisões racionais e competentes independente do nosso ciclo hormonal.
  • Elimine a ideia de que existem “assuntos de homens” e “assuntos de mulheres”. Mulheres podem se interessar por tecnologia e homens podem se interessar por maquiagem. (E isso não tem a ver com o sexo ou com a opção sexual de alguém!)
  • Mulheres não são piores em ciências ou matemática que os homens.
  • Mulheres não são piores para dirigir que os homens.
  • Mulheres não são chefes ruins.
  • Elimine a ideia de que existem “trabalhos de homens” e “trabalhos de mulheres”. Mulheres podem ser mecânicas e homens podem realizar tarefas domésticas. (E isso não tem a ver com o sexo ou com a opção sexual de alguém!)

Conheça mais dicas sobre como ser uma pessoa menos crítica e parar de julgar os outros.

Estas são apenas algumas das ideias que podem melhorar a sua autoestima, te ajudar a compreender melhor o seu valor e o valor das mulheres ao seu redor, e promover o empoderamente feminino.

Uma das coisas mais poderosas que você pode fazer para ter mais poder da sua vida é adotar atitudes que vão gerar empoderamento feminino. Apoie as pessoas que estão ao seu redor e você vai estar ajudando a si mesma.

Leia mais sobre o tema:

Sejamos todos feministas (CUSTA APENAS R$ 9,90 E VAI ACABAR COM A SUA CONFUSÃO SOBRE O ASSUNTO)

Meu corpo não é seu: Desvendando a violência contra a mulher (CUSTA APENAS R$ 5,39. LEIA!!!)

Abraços!

Beatriz Rustiguel

[Treinamento avançado] Resiliente: um coração inabalável
Aprenda a fortalecer sua mente e emoções, a fazer o gerenciamento do seu nível de estresse e aumentar seu bem-estar.

Resumo: Estamos criando nossas meninas para serem perfeitas, e estamos criando nossos meninos para serem corajosos, diz Reshma Saujani, fundadora do Girls Who Code.

Essa lógica é errada. Saujani assumiu a responsabilidade de socializar as jovens para assumir riscos e aprender a programar – duas habilidades que precisam para mover a sociedade adiante. Para verdadeiramente inovar, não podemos deixar a metade da nossa população pra trás, diz ela. Por isso, ensine coragem às nossas meninas!

Coragem é uma característica fundamental da força emocional. Ensine crianças, principalmente mulheres, a serem corajosas e assumirem riscos.

Gostou do tema da palestra? Então, veja também:

– 4 atitudes para fortalecer a mente e promover o empoderamento feminino

– 5 livros feministas poderosos que toda mulher deveria ler

Abraços,

Beatriz Rustiguel

Problemas, fracasso e tragédia são palavras desagradáveis de se ouvir. Mas cada uma delas, vez ou outra, vão bater em nossas portas. E para lidar com esses momentos precisamos de resiliência. Ela nos ajuda a enfrentar, superar e crescer com os muitos desafios e exigências que encontramos pelo caminho.

Problemas, fracasso e tragédia são palavras desagradáveis de se ouvir. Mas cada uma delas, vez ou outra, vão bater em nossas portas.

E para lidar com esses momentos precisamos de resiliência. Ela nos ajuda a enfrentar, superar e crescer com os muitos desafios e exigências que encontramos pelo caminho.

É sobre isso que eu quero falar hoje: o que é e como ter mais resiliência.

Então, nesse artigo, nós vamos refletir sobre:

Se interessou pelo tema?

Então, me acompanha na leitura. Eu quero começar te lembrando de uma história emplemática: a história de Jó.

O que é resiliência? E quem é a pessoa resiliente?resiliencia, resiliência, fracasso, aprendendo com o fracasso, mindset de crescimento, mindset

A palavra Resiliência vem do Latim: Resilire, que significa voltar atrás.

É um termo originalmente utilizado na física que se refere a capacidade de um material em suportar grandes e diferentes tipos de pressão – como mudanças bruscas e extremas de temperatura, choques, etc. – permanecendo o mesmo ou  conseguindo se recuperar e voltar à sua forma original rapidamente.

Ou seja, resiliência é a capacidade de um material de resistir a pressões ou de sofrer deterioração e mesmo assim se refazer e se reconstruir voltando à forma original.

Um exemplo que podemos dar de materiais resilientes são o náilon e a lycra. Eles se esticam mas não rascam e acabam voltam à sua forma original rapidamente.

Resiliência: conceito

E o que vem a ser resiliência psicológica, então?

A resiliência é a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, adaptar-se a mudanças, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas – choque, estresse, etc. – sem entrar em surto psicológico, emocional ou físico, por encontrar soluções estratégicas para enfrentar e superar as adversidades.

Tanto para a vida pessoal como profissional ter um alto nível de resiliência é uma características tremendamente poderosa e útil. Ela é considerada a ‘habilidade’ profissional mais importante do século. E ela é uma característica fundamental de quem tem uma mindset de crescimento.

No trabalho a resiliência é hoje reconhecida como uma característica definidora dos empregados que lidam bem com o estresse e tensões do ambiente de trabalho moderno. Manter a atitude correta e a eficácia perante o desafio e à mudança indesejada é um atributo chave em lidar com os rigores de mundo profissional atual.

A força interior de pessoas bem-sucedidas e como elas lidam como os problemasresiliencia, resiliência, fracasso, aprendendo com o fracasso, mindset de crescimento, mindset

Bill Gates disse uma vez que

“É bom comemorar o sucesso, mas é mais importante ter em conta as lições do fracasso.”

E ele não estava falando metaforicamente.

Bill Gates, antes de se tornar um dos homens mais ricos do mundo também já experimentou o gosto amargo do fracasso. Mas como todos os grandes vencedores ele possui uma mindset de crescimento que permitiu que ele compreendesse que o fracasso é uma das formas mais valiosas de feedback que existem.

Feedback significa retroalimentação, ou seja, é a reação de algo ou alguém a um tipo de estímulo. É a informação que um chefe dá a um funcionário sobre sua performance, ou a correção que o professor dá a uma atividade de um aluno.

O fracasso é uma espécie valiosa de feedback porque tem esse poder de expor erros, acertos e promover o aprendizado como poucas outras coisas têm, e para é fundamental para a construção da resiliência.

“Na vida, ou se ganha ou se aprende!”

Michael Jordan disse certa vez:

“Eu perdi mais de 9.000 lançamentos em minha carreira. Eu perdi quase 300 jogos. 26 vezes, meu time precisava que eu marcasse os pontos da vitória no minuto final da partida, mas eu errei. Eu falhei repetidamente, uma e outra vez, na minha vida. E é por isso que eu fui bem-sucedido.”

O que ele quis dizer com isso é que cada erro e cada derrota lhe ensinavam e capacitavam para a vitória. A sua segurança e autoimagem não eram abaladas pela derrota e pelos erros.

Na visão de gente como Michael Jordan e Bill Gates o fracasso é apenas uma das consequências possíveis de uma ação. E a própria tentativa tem muito valor, não só o sucesso. Assim, o fracasso não define a identidade de alguém que sofreu uma derrota.

E você?

Pare um pouco e pense como você lida com as adversidades da vida. Você é alguém que consegue aprender com o fracasso e com as decepções? Você tem autoconhecimento suficiente para reconhecer a fraqueza? Você recebe bem o feedback das pessoas ao seu redor?

Fracasso é apenas uma consequência de uma ação que alguém tomou… Alguém que se expôs, que tentou. NÃO é uma definição do seu caráter! Fracasso é um status provisório.

Fracasso: um degrau importante para o desenvolvimento pessoalresiliencia, resiliência, fracasso, aprendendo com o fracasso, mindset de crescimento, mindset

Mas será que a resiliência é uma característica que podemos desenvolver ou já nascemos com ela?

Vamos pensar sobre os bebês que estão aprendendo a andar… Quedas e choques são inevitáveis nessa fase da vida, não é mesmo? E consequentemente uma crise de choro aqui e ali.

Mas após a queda o que a criança faz? Desiste de andar ou levanta e tenta novamente? Obviamente, ela levanta e tenta novamente! E quanto mais tenta mais desenvolve suas habilidades motoras.

Assim também devem ser com nossas “quedas”.

Depois da decepção e do fracasso um período de luto e depois… de volta para ação. Esse é o ciclo natural da vida.

Por isso, o suicídio é uma anomalia.

Você sabia que os únicos seres vivos capazes de cometer suicídio são os seres humanos? Pois é! O instinto da vida é se preservar.

Desistir não faz parte dos planos

Mas é isso que muitos de nós faz.

Talvez não cheguemos ao extremo de acabarmos com nossas próprias vidas, mas desistimos de coisas importantes para nós e para nossa felicidade depois de passarmos por situações de fracasso, ou intensa pressão.

Pessoa com mindset fixa, e com pouca força emocional, depois de uma situação de fracasso passam a evitar o risco e se deixam dominar pelo medo de fracassar novamente.

Seu instinto de preservação assume o controle de suas decisões e sair da zona de conforto se torna impensável.

A psicologia, então, adotou o termo resiliência para determinar a capacidade de uma pessoa funcionar bem ou não sob pressão. Assim, o significado de resiliência é a capacidade que o individuo tem de lidar bem com problemas, contratempos, e fracassos mantendo o equilíbrio emocional.

Se você me pedisse para simplificar um pouco diria que quanto mais resiliente for uma pessoa, mais preparada emocionalmente ela está para encarar as adversidades da vida.

Resiliênxia ≠ Resistênciaresiliencia, resiliência, fracasso, aprendendo com o fracasso, mindset de crescimento, mindset

No entanto, não podemos confundir resiliência com resistência, o que é muito comum já que o conceito remete muito à força que impede você de se fragilizar. Esses são conceitos diferentes.

Quem é resistente consegue “segurar a barra”, encarar o problema e o estresse, mas a pessoa que é resiliente, além de conseguir suportar a pressão, tem a incrível habilidade de aprender com as dificuldades e de contornar a situação encontrando soluções alternativas para resolver os problemas.

O bebê que está aprendendo a andar não apenas aguenta às quedas, ele desenvolve suas habilidades com cada nova tentativa.

Fugir do problema ou fingir que não está acontecendo nada é um comportamento típido de quem é resistente. Os resilientes, por sua vez, se permitem sentir profundamente cada momento, inclusive os mais difíceis, mas não perdem sua essência.

Exercitando o músculo da resiliênciaresiliencia, resiliência, fracasso, aprendendo com o fracasso, mindset de crescimento, mindset

Mas se você não é uma pessoa naturalmente resiliente, acredite que todos estamos aptos a desenvolver a resiliência e que cada dificuldade enfrentada é uma ponte para aprimorá-la, bastando apenas querer e trabalhar para isso.

O seu desenvolvimento e aprimoramento é um consequente resultado das lições aprendidas com a vida.

Voltando ao exemplo das crianças, sabemos que é muito comum que os pais tentem blindar as crianças das dificuldades e mantê-las o mais longe possível dos problemas. Porém, sem perceber, os pais estão tirando dessas crianças a chance de treinar as suas habilidades de controle emocional e desenvolver sua resiliência.

Com isso, ao crescer, a criança pode ter dificuldade para lidar com os momentos de contratempos de forma construtiva.

Obviamente, essa habilidade pode ser aprendida e desenvolvida em qualquer fase da vida, mas blindar nossos filhos contra tudo talvez não seja a melhor ideia. Uma boa dose de realidade pode ser muito bem-vinda.

Já para nós, adultos, o importante é ter força de vontade de entender como funciona a nossa própria mente e nossas próprias emoções.

Apreciando as derrotas e dificuldades

Permanecer emocionalmente estável e não se desesperar diante de uma adversidade não é uma coisa fácil.

Agir corretamente sob pressão e conseguir enxergar o lado positivo de situações totalmente desfavoráveis, conseguindo aprender com os erros cometidos é mais difícil ainda. Mas o primeiro passo para aumentar a sua zona de conforto e sua tolerância à pressão é saber qual é o seu limite.

O autoconhecimento é um grande aliado.

Então, por que algumas pessoas conseguem ser resilientes e outras não?resiliencia, resiliência, fracasso, aprendendo com o fracasso, mindset de crescimento, mindset

A resiliência tem muito a ver com o autoconhecimento, autoconfiança, esperança e fé. É uma característica consequente de todas as experiências da sua vida, sejam elas internas (como estrutura psíquica e sua subjetividade) ou externas (problemas financeiros, amorosos, familiares).

Clique AQUI para ler o artigo em que eu lhe conto quais os principios regentes de uma personalidade resiliente e como desenvolver mais a sua resiliência. Topa continuar?

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Aproveite também para me contar nos comentários abaixo, uma experiência que te fortaleceu emocionalmente. Vou adorar ouvir você!

Abraços e muita paz,

Beatriz Rustiguel

[Minicurso Grátis] Semana da Resiliência
Assista quatro aulas sobre a ciência da força mental e emocional
[Dica de leitura] Resiliência: competência para enfrentar situações extraordinárias na sua vida profissional
Autor: Paulo Yazigi Sabbag
[Vídeos] Lições de Resiliência de gente excepcional
Assista uma série de vídeos sobre a vida de gente resiliente e como eles demonstram sua resiliência.

Você já se encontrou em uma situação em que sua lista de tarefas parece infinita, os prazos estão se aproximando rapidamente e você se pega dizendo “Nossa! Me sinto estressado!?”

Mas o que é realmente o estresse e como isso nos afeta? Veja uma breve explicação científica no vídeo abaixo:


Desmistificando o maior vilão moderno: o estresse

Em primeiro lugar, vamos desmascarar um mito: o estresse não é necessariamente uma coisa “ruim”. Sem essa habilidade brilhante de sentir estresse, a humanidade não teria sobrevivido.

Nossos antepassados, os homens ​​das cavernas, por exemplo, usaram o sintomas do estresse para alertá-los a respeito de alguma situação de perigo, como um tigre de dentes de sabre. Assim, eles nos deram um legado de estresse que nos ajuda a sobreviver.

Por isso, o estresse é inevitável e é um aspecto universal da nossa vida. Nós estamos pré-condicionado a experimentar o estresse.

Então, muitas vezes o estresse é comunicado no contexto como sendo algo ruim, mas também sabemos que o estresse pode ser bom. É a quantidade de estresse, e quando o estresse torna-se muito intenso, que pode afetar nosso bem-estar e a nossa qualidade de vida.

Ter uma experiência de pouco estresse ou muito estresse é prejudicial, mas na medida certa, ele produz alguns benefícios importantes. Então, é preciso alinhar nossa mindset para entender corretamente como pensar sobre o estresse e como lidar com ele.

Aqui, portanto, nos vamos ver algumas informações que vão te ajudar a saber o que é o estresse, reconhecer seus sintomas e como lidar com ele para reduzir seus impactos negativos.

Os sintomas do estresse

O estresse é principalmente uma resposta física. Quando estressado, o corpo pensa que está sob ataque e libera uma mistura complexa de hormônios e produtos químicos, como adrenalina, cortisol e norepinefrina para preparar o corpo para a ação física. Isso causa uma série de reações, desde o sangue sendo desviado para os músculos até o desligamento de funções corporais desnecessárias, como a digestão.

Através da liberação de hormônios como adrenalina, cortisol e norepinefrina, o homem das cavernas ganhou uma dose grande de energia, o que o preparou para lutar contra o tigre ou fugir. Esse coração latejando, a sensação de respiração rápida é a adrenalina; bem como um impulso de energia, nos permite concentrar nossa atenção para que possamos responder rapidamente à situação.

No mundo moderno, esta reação pode nos ajudar a sobreviver a situações perigosas, como reagir rapidamente a uma pessoa que de repente passa correndo na frente do nosso carro, nos levando a apertar os freios.

O desafio é quando nosso corpo entra em estado de estresse em situações inadequadas. Quando o fluxo sanguíneo está indo apenas para os músculos mais importantes necessários para lutar ou fugir, a função do cérebro é minimizada. Isso pode levar a uma incapacidade de pensar corretamente; um estado que é um grande obstáculo em nosso trabalho e vida diária. Se mantivermos um estado de estresse por longos períodos, isso pode prejudicar nossa saúde. Os resultados de níveis elevados de cortisol podem ser um aumento nos níveis de açúcar e pressão sanguínea e uma diminuição da libido.

O instinto de luta, fuga ou congelamento

Nós chamamos a resposta instintiva de liberação química no corpo em relação ao estresse de instito de luta ou fuga.

Reação de luta

Quando seu corpo entra em estado de estresse, podemos nos sentir agitados e agressivos com os outros; Isso acontece porque a reação natural de nossos corpos é “lutar”. Isso pode ser uma reação útil para evitar predadores, mas em situações desnecessárias, isso pode afetar negativamente os relacionamentos e arruinar a reputação.

Reação de fuga

Alguns de nós estão acostumados a evitar nossos estressores. Nós simplesmente nos removemos da situação em vez de enfrentá-la. Isso pode ser um sinal do instinto de “fuga”; uma função que pode salvar nossas vidas se nos encontrarmos em um ambiente perigoso. No entanto, na vida cotidiana, esse instinto natural pode aumentar ainda mais uma situação estressante quando percebemos que o estressor não está indo embora e precisamos enfrentá-lo.

Reação de congelamento

Desconhecido por muitos, há um terceiro modo que o estresse pode causar; o congelar. Para algumas pessoas, tornar-se estressado desencadeia o cenário de “desregulação”. A energia mobilizada pela ameaça fica “bloqueada” no sistema nervoso e nós “congelamos”. Essa resposta às vezes se revela quando respiramos. Segurar a respiração e a respiração superficial são ambas as formas de congelamento. O suspiro ocasional é o sistema nervoso alcançando sua ingestão de oxigênio.

Revisando o que é o estresse

Você tem se sentido muito estressado ultimamente?

Uma das técnicas comprovadas para ajudar a reduzir os níveis de estresse e ansiedade é o cultivo de sentimentos positivos como a gratidão.

Se você ainda não incluiu o hábito da gratidão na sua vida, clique para baixar o nosso diário de gratidão e começar hoje mesmo. 

Abraços,

Beatriz Rustiguel

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A inteligência emocional é a base para o desenvolvimento da maior parte das habilidades interpessoais exigidas para o sucesso no mercado de trabalho. E, por isso, é muito importante aprender como gerenciar as suas emoções e a das pessoas à sua volta no ambiente profissional.

Mas, desenvolver a inteligência emocional no trabalho é uma tarefa que demanda esforço e dedicação. Isso porque as emoções e sentimentos estão em constante mudança e também devido ao nível de estresse e tensão dos ambientes profissionais que podem dificultar seu gerenciamento.

Confira abaixo algumas dicas que irão te ajudar a desenvolver sua inteligência emocional no trabalho.

7 maneiras de desenvolver sua inteligência emocional no trabalho

1. Análise seu próprio comportamento

Avalie suas próprias atitudes durante o dia a dia. Autoconhecimento é o primeiro passo para o controle emocional. Veja como você lida com os próprios sentimentos e com situações que exigem o controle sobre eles.

2. Domine as suas emoções

Não deixe que os seus sentimentos te dominem. Controle-os! Evite tomar decisões impulsivas das quais irá se arrepender. Uma forma de preservar a calma e o equilíbrio é desenvolver o hábito de meditar no trabalho.

3. Aprenda a lidar com as emoções negativas 

A vida é feita de bons e maus momentos. Saber lidar com as emoções negativas é essencial para que você não se deixe abalar por elas facilmente. Aprenda a lidar com fracasso e decepções de forma positiva e desenvolva a sua resiliência.

4. Aumente sua autoconfiança

A autoconfiança é essencial. Isso porque é preciso que você acredite em si mesmo para vencer desafios do dia a dia.

5. Aprenda a lidar com a pressão

O estresse e a pressão são coisas inevitáveis dentro do ambiente de trabalho. Por conta disso, é essencial que você saiba lidar com essas situações de muita pressão de maneira eficaz e sadia.

6. Não tenha medo de se expressar

Não confunda controle de emoções com repreensão de emoções. Expressar o que você está sentindo ou pensando é essencial. Isso porque, quanto mais você segura esses sentimentos dentro de si, maior será o estrago quando eles vierem à tona de uma única vez.

7. Desenvolva a empatia

Tão importante quanto compreender os próprios sentimentos, é essencial que você se coloque no lugar dos outros. As pessoas ao seu redor também possuem emoções, e cabe a você tentar compreendê-las para melhorar seus relacionamentos interpessoais.

Essas técnicas devem ser colocadas em prática todos os dias para que você consiga desenvolver a inteligência emocional no trabalho de maneira eficaz.

Lembre-se, essa é uma tarefa complexa, que exige foco, dedicação e cuidado contínuo, mas que vale a pena pois contribui para o fortalecimento das suas relações profissionais, te ajuda a colaborar melhor com sua equipe de trabalho e a fortalecer a mindset da empresa em que você trabalha.

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O filósofo escocês Thomas Carlyle disse a seguinte frase há trezentos anos: “Sem pressão; Sem diamantes”. Essa é a verdade até hoje.

Todos nós temos uma zona de conforto na vida. Além dela se enfrenta pressão, desconforto. Sair da zona de conforto para alcançar coisas melhores requer garra. E a única pessoa que realmente pode empurrá-lo a ir um pouco mais longe na vida é você mesmo.

Garra é o termo que os psicólogos usam para descrever a perseverança consistente. É uma espécie de motivação grande – não apenas a energia necessária para impulsionar uma tarefa difícil, mas a energia necessária para impulsionar anos de tarefas difíceis.

A garra está associada à perseverança, à resiliência, à ambição e à necessidade de realização. Isso envolve manter o esforço focado em metas por longos períodos de tempo.

Segundo Daniel Coyle “GARRA é essa mistura de paixão, perseverança e autodisciplina que nos mantém avançando apesar dos obstáculos”.

Ela é uma característica de sua personalidade, uma atitude e uma habilidade. E o bom é que você pode cultivar e desenvolver sua garra para conseguir o que é importante para você. Ela é uma habilidade que pode ser aprendida e praticada ao longo do tempo.

Enfrentando obstáculos com garra

Sua resposta e atitude diante de uma situação desafiadora é mais importante do que obstáculo que você enfrenta. Ryan Holiday diz que “o obstáculo é o caminho”. E você precisa de garra para atravessar os obstáculos no seu caminho.

“Garra na psicologia é um traço emocional positivo baseado na paixão de um indivíduo por um objetivo de longo prazo, juntamente com uma motivação poderosa para atingir tal objetivo” – Wikipedia

A Dra. Angela Duckworth, da Universidade da Pensilvânia, é a pesquisadora mais conhecida do mundo quando se trata do tema garra, e ela define garra como: “trabalhar intensamente em direção a desafios, mantendo o esforço e o interesse ao longo dos anos, apesar de falhas, adversidades e percalços no processo“.

A capacidade de aderir e perseguir um objetivo durante um longo período é um indicador importante de alcançar qualquer coisa que valha a pena na vida, assim, garra é um indicador melhor do sucesso do que o talento.

Não importa o quão talentoso você pensa que é, se você não dedicar horas de trabalho, talento não servirá de nada. A prática deliberada, metódica e consistente é a maneira de alcançar o verdadeiro domínio de uma atividade.

“A prática deliberada é difícil. Ela dói. Mas funciona. Quanto mais prática melhor o desempenho” Geoffrey Colvin explica em “Desafiando o Talento”.

Características de uma pessoa guerreira

1. Mentalidade de crescimento

Os seres humanos evoluem. Há muitas oportunidades de crescimento agora e no futuro. Se você acredita firmemente na ciência do crescimento humano, você tem uma maior chance de cultivar sua garra ao longo do tempo. Essa crença sozinha pode dar-lhe a perspectiva que você precisa para manter-se na luta mesmo quando o processo é difícil.

Reflita: quais são as pequenas coisas que você pode fazer todos os dias para atingir seus objetivos de vida de longo prazo? Perseverança e resiliência têm muito a ver com o sucesso do que você pensa.

2. Força de vontade

“Nós somos o que repetidamente fazemos. A excelência, portanto, não é um ato, mas um hábito. “- Aristóteles

Garra é essencial. Mas não é atraente. Ela requer força de vontade.

O ato de se tornar um mestre em seu ofício, por exemplo, requer muito trabalho duro. O custo de ser o melhor e de desenvolver um trabalho significativo é a prática. Você experimentará frustração. Mas você só pode melhorar quando se compromete com a prática constante. Você cometerá muitos erros no processo. No começo erros e falhas são normais – na verdade, eles são até necessários. Abrace o longo processo repetitivo para melhorar.

Desenvolver garra leva tempo, e muitas pessoas não estão investindo o tempo necessário nisso. Mas o importante é que você entenda que o minset necessário para chegar ao objetivo de longo prazo pode ser desenvolvido ao longo do tempo.

Você pode manter o esforço e o interesse necessários para chegar ao fim! Você tem força de vontade!!

Às vezes você tem que abrir mão de algo bom para alcançar algo ótimo. A tendência de não abandonar tarefas em face a obstáculos constrói a resiliência que você precisa para ter sucesso na vida.

3. Paixão

O livro “Carrie” de Stephen King foi rejeitado 30 vezes antes de ser publicado. “Animal Farm” de George Orwell foi rejeitado porque “não há mercado para histórias de animais nos EUA”.

Harry Potter e a Pedra do Feiticeiro foi rejeitado 12 vezes e J. K. Rowling recebeu o conselho “para não deixar o seu trabalho diurno” porque nunca seria bem sucedida como escritora.

O Disney foi demitido da Kansas City Star em 1919 porque, segundo seu editor, “lhe faltava imaginação e ele não tinha boas ideias”.

Então lembre-se sempre: fique orgulhoso do seu trabalho e nunca deixe de tentar.

Cultive a sua garra e saia cada vez mais da sua zona de conforto. E lembre-se do que Ryan Holiday disse: “O obstáculo é o caminho”.

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Não está à venda e, no entanto, é uma das coisas mais procuradas do mundo.

Estrelas de cinema têm isso. Alguns profissionais mais bem pagos do mundo exalam isso pelos seus poros.

Sobre o que estou falando?

Carisma!

Originalmente, a palavra carisma significava “graça”, mais tarde tornou-se o “dom de liderança, poder, autoridade ou charme que pode inspirar, influenciar e motivar os outros”. É aquele magnetismo, e poder de atrair a atenção e simpatia das pessoas percebida em figuras como Barack Obama e Michelle Obama.

Alguns acreditam que o carisma é evasivo e exclusivo para alguns sortudos que nasceram abençoados com isso, mas segundo a psicologia comportamental, o carisma é o resultado de um conjunto de comportamentos específicos, e não é uma qualidade natural ou inata de alguém. Ela é uma característica observável na personalidade de pessoas com um alto nível de Inteligência Emocional.

A inteligência emocional é talvez um dos fatores mais importante para se alcançar uma vida realizada juntamente com a Mindset. Ela é um dos melhores sinais que apontam para o sucesso acadêmico, o desempenho profissional e o sucesso na vida – acima até mesmo do que famoso QI (quociente de inteligência).

E por inteligência emocional queremos dizer o conjunto de habilidades que permitem os seres humanos reconhecer e gerenciar as emoções – tanto as nossas próprias quanto as de outras pessoas, individualmente e em grupos.

Qual o seu nível de inteligência emocional? Você sabe reconhecer e administrar bem suas emoções? Você tem desenvolvido a sua inteligência emocional?

Inteligência e emoções: dois lados de uma mesma moeda

O teste de QI, cunhado pelo psicólogo William Stern em 1912, foi concebido para medir a inteligência humana, assim, quanto mais alto o QI, melhor é a habilidade cognitiva, ou a capacidade de aprender e compreender de uma pessoa. Pessoas com QIs mais elevados são mais propensas a se sair bem academicamente sem precisar investir a mesma quantidade de esforço mental, que aqueles com números de QI mais baixos. Assim, uma suposição lógica, seria a de que as pessoas com QI mais elevado seriam mais bem-sucedidas no trabalho e na vida, porém, esta hipótese é INCORRETA – é cientificamente comprovado que é necessário mais do que simplesmente ser ‘inteligente’ para ter sucesso na vida.

Após muita pesquisa sobre o tema, chegou-se à conclusão de que existe mais de uma forma de inteligência humana e que a nossa forma de compreender a inteligência deve ser ampliada.

A inteligência racional do indivíduo e a capacidade e gestão emocional devem ser diferenciadas. E dada a importância das emoções na estrutura psicológica humana podemos entender que racionalidade e emoções caminham lado-a-lado.

As nossas emoções servem como fontes indispensáveis de orientação e nos impulsionam a agir. Elas também podem sobressair sobre nosso racional e gerar desvantagens.

Significado de inteligência emocional, seus elementos e características

O termo inteligência emocional foi criado por Daniel Goleman, psicólogo, escritor e PhD da Universidade de Harvard (Estados Unidos). Considerado o pai da inteligência emocional, foi em ele quem popularizou o conceito graças ao lançamento da sua obra “Inteligência Emocional”, publicada em 1986.

Segundo o especialista, a definição desse termo se resume, basicamente, na capacidade de cada indivíduo de identificar e lidar com seus próprios sentimentos, e das pessoas que estão ao seu redor. E, por meio desse gerenciamento criar relacionamentos saudáveis.

É por meio da inteligência emocional, portanto, que conseguimos lidar com situações do dia a dia de maneira controlada, compreendendo as nossas emoções e as usando para alcançar o sucesso. Eis os principais elementos da inteligência emocional e a importância deles na nossa vida:

– Autoconhecimento

Basicamente, é habilidade que temos de reconhecer nossos próprios sentimentos e emoções. Saber identificar nossos próprios sentimentos é um elemento é essencial para exercer o controle das próprias emoções – principalmente as emoções negativas.

Saber identificar quando estamos sentindo tristeza, raiva, frustração, aversão, desgosto, medo, ciúmes, inveja, avareza, orgulho, decepção, etc. é o passo inicial para poder lidar e combater essas emoções. Por exemplo, existem técnicas específicas para se lidar com o sentimento de decepção e frustração antes que elas causem estragos no seu trabalho, mas para coloca-las em prática você precisa primeiro perceber e admitir que está se sentindo dessa forma.

Estudos mostram que pessoas que não são capazes de reconhecer os seus próprios sentimentos são mais propensos a explosões violentas. Uma vez que você é capaz de reconhecer as suas emoções, você precisa se tornar ciente do faz elas surgirem.

Pessoas com bom autoconhecimento sempre sabem como estão se sentindo, e sabem como suas emoções e suas ações podem afetar as pessoas ao seu redor.

– Autocontrole

Esse elemento diz respeito ao nosso controle emocional ao enfrentarmos situações adversas ou desconhecidas. Por exemplo, quando sentimos emoções negativas, mas implementamos técnicas para que elas não afetem outros aspectos da nossa vida. Ou quando estamos em uma situação de incerteza e podemos controlar a ansiedade.

Pessoas que tem um autocontrole efetivo raramente atacam os outros verbalmente, tomam decisões precipitadas ou emocionais, separam pessoas por estereótipo ou comprometem seus valores.

– Automotivação

É habilidade de focar suas emoções para o alcance de um objetivo específico, não as desperdiçando em situações que só irão prejudicar os aspectos práticos da nossa vida e do nosso emocional. Essa habilidade envolve capacidade de ter disciplina, de manter a positividade, e de ser resiliente.

Pessoas com alto níveis de motivação trabalham consistentemente em direção a seus objetivos, e eles têm padrões extremamente elevados para a qualidade do seu trabalho.

– Empatia (habilidade de reconhecer as emoções dos outros)

Trata-se da nossa capacidade de reconhecer e entender os sentimentos do outro e ajudá-los por meio de relacionamentos saudáveis.

Pessoas com empatia têm a capacidade de se colocar no lugar da outra pessoa. Elas ajudam a desenvolver sua equipa de trabalho, desafiam outras pessoas ao crescimento, sabem dar feedback construtivo e dizer o que os outros precisam ouvir para alcançarem a melhor versão de si mesmos.

– Habilidades sociais

Basicamente é a nossa capacidade de interagir com outras pessoas, bem como gerenciar todas as emoções e sentimentos envolvidos nesse relacionamento.

Pessoas com habilidades sociais efetivas são grandes comunicadores, são boas em gerenciar mudanças e resolver conflitos de forma diplomática.

De forma geral, pessoas que tenham uma inteligência emocional elevada, ou seja, tem essas características muito desenvolvidas, tendem a criar e manter relacionamentos interpessoais de mais facilmente, conseguem se adaptar aos mais variados tipos de ambientes, e isso naturalmente favorece sua vida profissional.

Atrair pessoas, criar relacionamentos e navegar o mundo social com sucesso requer inteligência emocional

A menos que você viva em uma ilha, é improvável que você desenvolva uma vida feliz apenas gerenciando sua própria mente. Outras pessoas desempenham um papel importante na sua existência e, ao gerenciar suas interações sociais com elas, você pode esperar viver uma vida realizada.

A inteligência emocional promove boas interações sociais porque nos ajuda a compreender a posição de outras pessoas. Saber como você se sentiria em determinada situação o ajudará a avaliar como os outros se sentirão.

Sua inteligência emocional também ajuda você a descobrir as emoções dos outros através da análise de sinais não verbais. Isso significa que você pode julgar o humor de uma pessoa apenas olhando para pistas como suas expressões faciais ou linguagem corporal.

Por exemplo, se você ver alguém com um rosto pálido e com a boca aberta, você provavelmente irá concluir que aquela pessoa está chocada com alguma coisa.

Você provavelmente identificará tais pistas automaticamente, sem nenhum esforço consciente. Isso irá permitir que você simpatize com os outros e fará com que você se comporte de maneira a evocar reações favoráveis.

Em geral, pessoas com alta inteligência emocional podem desenvolver aptidões como a capacidade de ensinar outros, resolver conflitos ou gerenciar equipes de pessoas.

Como as nossas crenças e valores afetam nossa inteligência emocional

Às vezes, nossas emoções podem impedir nosso julgamento ou nos fazer agir de forma irracional. Elas são ferramentas importantes para entender e interagir com o nosso ambiente. No entanto, elas também podem ser defeituosas. Quando nos tornamos excessivamente emocionais, por exemplo, estamos mais propensos aos erros.

A fim de tomar decisões acertadas, precisamos pensar com clareza. E quando estamos em um estado de grande emotividade, nossas mentes são bombardeadas com pensamentos e imagens alarmantes. Assim, não há espaço para o pensamento racional e nosso julgamento fica comprometido.

Por exemplo, quando você está com medo, você pode pensar que determinadas situações são mais perigosas do que realmente elas são. É por isso que quando você está com medo, você pode confundir um lençol com um fantasma.

Outro erro causado por nossas emoções é nos levar a agir de forma impulsiva, antes de termos a chance de julgar uma situação com clareza. Quando a informação entra no nosso cérebro, uma fração dela ignora a região responsável pelo pensamento racional – o neocórtex – e entra diretamente na parte emocional do cérebro.

Se a informação recebida parecer ser uma ameaça para nós, o cérebro emocional pode desencadear uma ação, sem consultar nosso cérebro pensante. É por isso que quando você está sozinho em um ambiente pouco iluminado, você se assusta mais facilmente.

Além disso, nossa mente emocional reage a situações do presente com base em experiências passadas, mesmo quando as condições são diferentes. Por exemplo, um menino que foi intimidado na escola pode crescer e se tornar um homem forte, mas ainda se sente ameaçado por quem lhe intimidou no passado.

Portanto, embora as emoções sejam importantes, eles podem assumir o controle de nossas mentes e perturbar o pensamento racional. Por isso, precisamos de inteligência emocional para gerenciar nossas emoções efetivamente.

Muitas vezes, seus sentimentos em uma determinada situação dependem de como você pensa a respeito daquilo. Por exemplo, se um amigo seu passa por você na rua e não o cumprimenta, você pode pensar imediatamente que ele te ignorou de propósito. Isso pode te deixar chateado ou até mesmo irritado.

Mas, se você parar para pensar nas possíveis razões porque ele não o cumprimentou, pode encontrar outras razões lógicas que deixam você menos aborrecido. O seu amigo pode, por exemplo, não ter visto você porque estava distraído. Ou seja, se você mantiver uma atitude generosa e buscar sempre pensar positivamente a respeito das pessoas ao seu redor, terá maior controle sobre o sentimento raiva ou frustração que podem surgir quando se depara com uma possível rejeição.

Outro exemplo de como a sua Mindset é importante para o controle emocional é o seguinte: imagine que você precisa escrever um artigo para a universidade, mas você não gosta do assunto do trabalho e prefere ir ao festival de cinema. A inteligência emocional pode ajudá-lo a gerenciar esses sentimentos conflitantes.

Embora o assunto seja chato, você poderia tentar olhar para ele por outro ângulo. Talvez você encontre um aspecto do assunto que o entusiasme. Além disso, sabendo como o festival de cinema vai fazer você se sentir bem, você pode adiar a sua visita e usá-lo como um incentivo extra, ou uma espécie de presente que você dará a si mesmo, para te motivar a fazer o trabalho mais rápido. Os alunos que gerenciam suas cargas de trabalho dessa forma tendem a se sair muito bem na escola.

O lugar das emoções no trabalho e no desenvolvimento da sua carreira

Algumas pessoas pensam que as emoções desempenham um papel importante apenas na vida pessoal e, quanto menos emocional você for no trabalho, melhor. No entanto, as emoções são importantes na prática profissional também: eles influenciam nossas decisões, nos ajudam a compreender o mundo a nossa volta e são cruciais em qualquer interação com os outros.

Por isso, o controle das emoções é essencial para o sucesso no trabalho em equipe, para a liderança e para criação de oportunidades e parcerias.

A falta de inteligência emocional pode inclusive colocar o seu emprego em risco. Se todos perceberem quando você está entediado ou irritado, ou que você acha que algo que um colega está dizendo é estúpido, isso irá prejudica-lo. Explosões emocionais, atitude agressiva ou indiferente com os colegas de trabalho são algumas formas que demonstram falta de inteligência emocional.

Todo mundo sabe que você pode até ser demitido se for incapaz de trabalhar bem com os outros. Habilidade para trabalhar em equipe e capacidade de colaboração é parte essência da lista de habilidades mais importantes e desejadas pelas empresas.

Por isso, a inteligência emocional é vista e descrita como fundamental para o desenvolvimento de ‘habilidades interpessoais’ (soft skills) como, por exemplo, habilidade de comunicação, tomada de decisão, automotivação, etc.

Importância da inteligência emocional para a liderança

O desenvolvimento da inteligência emocional no trabalho é essencial para a criação de líderes realmente eficazes. Isso porque, um líder precisa não só saber lidar com os próprios sentimentos, mas, também, com os dos integrantes de sua equipe.

Tenha em mente que um dos papéis desse profissional é justamente servir de mediador em várias situações. Seja em uma reunião, ou, em uma discussão entre colaboradores.

Por conta disso que a inteligência emocional no trabalho é tão importante. É por meio dela que um verdadeiro líder saberá conduzir determinadas situações do a dia a dia, de modo a evitar prejuízos tanto para a empresa, como, também, para os funcionários.

De modo geral, os indivíduos podem desenvolver diferentes níveis de inteligência emocional, mas, no caso dos líderes, esse grau precisa ser muito alto. Isso porque, ele lida com uma quantidade maior de sentimentos alheios, o que demanda de mais esforço e compreensão.

O desenvolvimento dessa capacidade, acaba trazendo uma série de benefícios não só para os funcionários e empresas, como, também, para quem está na liderança.

É possível aumentar os níveis de inteligência emocional?

Sim, é possível!

Como aprendemos que a inteligência emocional pode levar a uma vida realizada, agora você pode perguntar se é possível aumenta-la. A resposta é sim, e uma série de exercícios podem ajudá-lo a alcançar isso.

Se você quiser melhorar sua autoconsciência e autocontrole você pode praticar usando diálogos internos que fortaleçam sua Mindset. Isso irá ajudá-lo a identificar e nomear seus sentimentos.

Se você quiser melhorar sua empatia, você pode tentar espelhar a linguagem corporal de outra pessoa. Isso é útil porque a linguagem corporal não expressa apenas emoções – também as evoca. Então, por exemplo, ao espelhar a postura tensa de outra pessoa, você pode induzir tensão em você mesmo.

Se você quiser melhorar a sua capacidade de se automotivar e pensar de forma mais positiva, siga este conselho: entenda que o fracasso é parte do processo de evolução, e que pessoas que se convencem de que as falhas são devidas a algo que podem mudar, não desistem tão facilmente. Eles continuam tentando porque acreditam que um resultado bem-sucedido depende de suas próprias ações.

Em contraste, aqueles que atribuem um revés a algum déficit pessoal permanente provavelmente desistirão em breve. Eles estão convencidos de que não há muito o que eles podem fazer sobre seu sucesso de qualquer maneira. Se você quer ser bem-sucedido, tente evitar esse tipo de pensamento.

Para aumentar seu controle emocional você pode desenvolver o hábito de meditar. Meditação reduz a intensidade de emoções negativas. Outras técnicas para eliminar pensamentos e emoções negativas e cultivar sentimentos positivos como, por exemplo, o cultivo da gratidão podem ser aprendidos e utilizados para nos ajudar a aumentar nosso controle emocional.

O conselho para desenvolver a empatia é aprender a dar feedbacks construtivos. Se você tem que criticar alguém, seja específico e ofereça uma solução. Escolha um incidente e aponte exatamente o que deveria ter sido feito de forma diferente e o que foi feito com sucesso, sevocê for claro o destinatário não se sentirá desvalorizado e confuso.

Leitura recomendada

Inteligência Emocional – Daniel Goleman

Daniel Goleman, autor do livro “Inteligência Emocional”, cunhou o termo e explica em detalhes no livro o impacto que as emoções têm em sua vida cotidiana.

Ele mostra como elas podem nos ajudar, mas também como elas podem nos prejudicar. Ele também destaca o papel que a inteligência emocional desempenha nos permitindo usar emoções para criar resultados positivos e evitar situações em que elas possam nos prejudicar.

Ele explica como a inteligência emocional torna possível criar uma interação equilibrada entre o cérebro emocional e o cérebro racional. Também nos mostra como essa capacidade pode ser adquirida e expandida.

Finalmente, responde estas questões interessantes: como a inteligência emocional se desenvolve nos indivíduos e por que essa capacidade é tão importante para a sociedade como um todo?

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Como alcançar o tão sonhado sucesso e viver uma vida de realizações? Qual é a chave? Qual é o segredo?

Você já se pegou fazendo essas perguntas ao ver aquele ator ou atriz famoso na tv ou na revista? Ou ao ver uma daquelas palestras do TED com alguém brilhante contando todas as suas realizações? Ou quando fica sabendo sobre aquele aluno que passou em primeiro lugar nas melhores universidades do país sem precisar de cursinho ou sobre o concurseiro que conseguiu passar no concurso mais difícil do país?

Eu já!

E já ouvi falar em fórmulas mirabolantes pra alcançar aquele nível de prosperidade. De dietas até simpatias – tem de tudo.

Existem algumas pessoas mais sensatas que sugerem coisas como trabalho duro, foco e persistência.

Você acredita em tudo isso ou em coisas como sorte, destino e genética?

Olha, neste artigo eu quero te mostrar a resposta científica para essa pergunta. Eu vou te apresentar quais são os ingredientes básicos da prosperidade e como desenvolvê-los na sua vida e na vida das pessoas à sua volta.

Sim, eu estou falando de desenvolver os ingredientes de uma vida de realizações.

Essas características NÃO são intrínsecas de alguns poucos sortudos que nasceram como um nível de inteligência e talento acima da média. Elas podem ser desenvolvidas ao longo da vida.

E te digo mais, pesquisas mostram que essas características são subprodutos de outra coisa, algo poderoso e que todos nós podemos desenvolver: a nossa mentalidade.

Então, eis o que nós vamos discutir neste artigo:

Então, vamos lá?

A mentalidade é um ingrediente básico da prosperidade

Afinal, o que é mentalidade?

Mentalidade ou mindset (em inglês) é um “conjunto de manifestações de ordem mental (crenças, maneira de pensar, disposições psíquicas e morais) que caracterizam uma coletividade, uma classe de pessoas ou um indivíduo; mente, personalidade”. Ou seja, são os conjuntos de crenças de um indivíduo ou grupo e sua visão de mundo.

Mas, por que a crença ou maneira de pensar de uma pessoa é determinante para uma vida de sucesso?

Simples! A mentalidade é o que determina como um indivíduo compreende o sucesso.

Para alguns o sucesso é ter uma carreira longa gerenciando uma empresa importante, para outros, sucesso é poder trabalhar em casa com flexibilidade de horário e fazer o que se gosta, ou ainda, poder ser um líder em seu lar cuidando dos filhos e da casa, trabalhar em projetos sociais, etc.

A verdade é que não existe fórmula correta ou visão ideal de sucesso.

Existem muitos CEOs de empresas grandes e famosas com depressão porque em algum momento de suas caminhadas essas pessoas alcançaram o que se vê nas revistas e na tv como ideal de sucesso mas descobriram que não são felizes.

Então, a mentalidade constrói a percepção de realização e sucesso.

O que é uma mindset de crescimento e qual é a sua importância para uma vida bem sucedida e plena

Intrigada por essa mesma série de perguntas que eu e você conversamos agora a pouco a Dra. Carol Dweck, professora da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, descobriu que algumas pessoas veem a inteligência e o talento como algo fixo, nato do ser humano e isso caracteriza um tipo de mentalidade que ela chamou de “mindset fixa”.

Outras pessoas por sua vez enxergam a inteligência e o talento como características que podem ser desenvolvidas. Esse tipo de interpretação a respeito da inteligência é característica de uma “mindset de crescimento”.

Carol Dweck também descobriu que a mentalidade do indivíduo é um fator fundamental no seu desempenho e que esses dois tipos de mentalidades produzem comportamentos e resultados muito diferentes.

Em um estudo que ela fez em parceria com a Dra. Lisa Blackwell, várias centenas de alunos de sétima série foram entrevistados para determinar qual mentalidade cada um tinha, e em seguida eles foram acompanhados por dois anos.

Os resultados mostraram que os alunos com uma mindset de crescimento, ou seja, aqueles que pensavam que poderiam incrementar sua própria inteligência e melhorar seu desempenho acabaram de fato aumentando suas notas ao longo do tempo.

Enquanto aqueles com uma mindset fixa não aumentaram suas notas.

E qual era a diferença fundamental entre estes dois grupos? Uma perspectiva diferente a respeito da própria inteligência e capacidade de aprendizado.

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Como a convicção a respeito da própria inteligência e dos próprios talentos influenciam nossa capacidade de aprender

Outros estudos mostraram efeitos semelhantes de uma mindset de crescimento sobre outras habilidades do indivíduo como, por exemplo, na habilidade de resolução de problemas, na prática de esportes, na gestão de pessoas, etc.

O fato é que a habilidade de aprender é influenciada e beneficiada grandemente pela crença verdadeira de que se pode aprender.

Parece algo óbvio, não é mesmo? Porém, nem todos de fato acreditam nisso.

Muitos de nós pensamos de nós mesmos como pessoas sem “dom” para matemática ou como pessoas que “tem” pouca criatividade, “com” pouca habilidade social ou que “somos” pouco atléticos, etc….

Ou seja, para algumas pessoas essas dificuldades e problemas se tornam atestado de suas limitações e estão determinando suas identidades.

Agora reflita um minuto. Você pensa assim de si mesmo? Ou você encara os problemas e dificuldades como desafios e degraus para o desenvolvimento pessoal?

Ou você encara os problemas e dificuldades como desafios e degraus para o desenvolvimento pessoal?

Se nós queremos alcançar o nosso potencial, temos de começar a pensar de forma diferente.

Temos que perceber que as nossas capacidades atuais podem ser desenvolvidas. Elas não são fixas!

Ter força mental não é ser “naturalmente” uma pessoa resiliente, esforçada, focada. A verdade é que a força mental é que gera a capacidade de desenvolver graus maiores de resiliência, foco, equilíbrio emocional, etc…

Assim, a chave para o sucesso não é simplesmente o esforço, ou o foco, ou resistência, mas é a mindset de crescimento que os cria.

A própria mentalidade é fundamental.

A neurociência comprova o quão maleável nosso cérebro é. Se nós entendermos isso podemos mudar a nossa própria capacidade de pensar, sentir e realizar.

O que ensinam os grandes realizadores sobre a mindset de crescimento?

Você já ouviu falar em Charles Darwin, Marcel Proust, Albert Einstein?

Esses e outros personagens estão entre os mais incrivelmente talentosos da nossa era.

E todos eles, em algum momento de suas vidas, foram tachados por especialistas, pais ou professores como sendo incapazes e sem talento ou intelecto suficiente para ter uma vida de realizações.

O próprio Darwin escreveu:

Eu era considerado por todos os meus mestres e por meu pai, como um menino muito comum, e até mesmo abaixo do padrão comum de intelecto.

Surpreendente não é?

Mas, eu gostaria de destacar especificamente o caso de Thomas Edison. Ele, sem dúvida, é um dos mais importantes inventores de todos os tempos e chegou a ouvir de um de seus professores que era “burro demais para aprender alguma coisa”!

Pobre Edison! Mas, por que essa dificuldade não o deteve?

Ele chegou a ser demitido de um dos seus primeiros empregos por não ser produtivo o suficiente. Como alguém assim pode ter feito uma das descobertas mais relevantes do mundo?

Você acha que foi sorte? Destino? Garanto que não!

Foi insistência, perseverança! Edison é um caso clássico de mindset de crescimento.

Ele chegou a fazer mais de 1.000 tentativas mal sucedidas em inventar a lâmpada, mas nunca perdeu o ânimo ou se abateu diante das dificuldades.

Pelo contrário!

Ele conseguia enxergar progresso em cada uma de suas tentativas frustradas. E assim, aprendendo com o fracasso, finalmente alcançou o resultado esperado.

Pessoas como ele, assim como outros grandes realizadores desde Mozart até Einstein construíram suas habilidades.

E qual é o papel da inteligência e do talento nisso tudo? Não são esses dois elementos os determinantes para uma vida de grandes realizações?

Eles são importantes, sem dúvida, mas não suficientes.

A verdade é que os gênios não nascem, se constroem.

Pode apostar que tem muita gente talentosa por aí vivendo uma vida de fracasso.

A mentalidade e o funcionamento do cérebro humano

Gostaria de destacar que a mentalidade de crescimento não se manifesta apenas na força mental e emocional de um indivíduo, ela também se manifesta na fisiologia humana.

Estudos do cérebro mostram que, para as pessoas com uma mindset fixa, o cérebro torna-se mais ativo e estimulado quando recebem informações sobre o desempenho do indivíduo em cada tarefa realizada como, por exemplo, uma nota ou a pontuação.

Mas, para as pessoas com uma mindset de crescimento, o cérebro torna-se mais ativo ao receber informações sobre o que poderiam fazer de melhor da próxima vez.

Em outras palavras, pessoas com uma mindset fixa preocupam-se mais sobre como eles estão sendo julgados, enquanto aqueles com uma mindset de crescimento se concentram mais na aprendizagem.

Assim a mentalidade pode ser vista claramente com a ativação das áreas de prazer e satisfação no cérebro do indivíduo.

E você? O seu prazer está na realização bem sucedida ou no processo?

É claro que ninguém se alegra com o fracasso mas, alguns têm uma dificuldade maior em se desapegar, não é mesmo?

Mindset de crescimento x Mindset Fixa

Uma forma de identificar a mentalidade de uma pessoa é observar como ela enxerga o esforço.

Pessoas com uma mindset fixa enxergam o esforço como uma coisa ruim, algo apenas para pessoas com pouco intelecto ou talento.

Já pessoas com uma mindset de crescimento percebem o esforço como algo que os torna inteligentes, que desenvolve o talento inato e abre caminho para o crescimento.

E quando se deparam com uma grande dificuldade ou com um fracasso, pessoas com uma mindset fixa tendem a concluir que elas são incapazes.

Então, para proteger o seu ego, eles perdem o interesse ou desistem. A motivação vai embora. Mas, por trás da falta de motivação na verdade está uma mindset fixa.

As pessoas com uma mindset de crescimento entendem que os contratempos fazem parte do crescimento e portanto, não perdem a motivação diante das dificuldades.

Quando eles se deparam com um contratempo, se esforçam em buscar alternativas e encontrar uma maneira de contornar isso, assim como Thomas Edison fez.

Compreenda que o cérebro é maleável então, independentemente do resultado do seu teste (ou do seu filho, amigo, parente, etc) sempre é possível a mudança e crescimento.

E logo abaixo vou te apresentar três passos básicos para você começar a desenvolver a sua mentalidade.

Desenvolvendo uma mindset de crescimento

Há muitas coisas que podemos fazer para desenvolver nossa mentalidade da maneira correta.

Citei anteriormente o estudo focado em crianças mas não existem limites de idade e de fase de desenvolvimento em você esteja. Você pode subir de nível se souber como.

Podemos também promover uma mentalidade de crescimento em nossos filhos, cônjuges, colegas de trabalho, salas de aula, amigos, etc.

Então, aqui eu vou te contar três coisas fundamentais que qualquer um de nós pode fazer para incutir uma mentalidade de crescimento em nós e naqueles que nos rodeiam.

1. Aprenda constantemente

Tenha disposição para ser exposto à novos conhecimentos em todos os lugares, em todos os momentos.

Quando digo aprender não me refiro somente ao aprendizado formalmente organizado mas, também, formas mais amplas e gerais de conhecimento.

Há alguns dias me peguei conversando com uma colega de trabalho sobre os poderes medicinais dos chá verdes. Fiquei uns 10 minutos ouvindo, encantada. Eu aprendi muito!

Mantenha uma atitude de curiosidade. Faça perguntas! Aprenda sobre tudo! O tempo todo!!

Inclusive se você quiser continuar aprendendo com esse blog é só se inscrever na nossa newsletter e toda semana eu vou mandar um email para você com os nossos conteúdos em primeira mão. O formulário de inscrição está no topo dessa página.

2. Compreenda que esforço é fundamental

Entenda que quanto mais difícil for uma atividade, quanto mais empenho e esforço você tenha que dedicar a algo, mais e melhor você vai se desenvolver naquele tópico.

Um estudo recente diz que alcançar o nível mínimo necessário para o domínio básico de uma atividade requer apenas 20 horas de dedicação intensa.

Sim, isso mesmo! 20 horas.

Quer aprender a tocar um instrumento? Uma nova língua?

Invista 20 horas intensas de foco total nessa atividade e você vai conseguir. São nessas primeiras horas que a curva de aprendizagem é mais acentuada.

Eu vou falar mais sobre isso nos próximos textos e vou te dar dicas de como aplicar essa técnica para aprender qualquer habilidade nova que você quiser.

3. Enfrente os contratempos e as adversidades

Aproveite as dificuldades e desenvolva seu poder mental, seu equilíbrio emocional e sua capacidade de análise.

Eu reconheço que é muito difícil olhar para um erro próprio ou certas dificuldades na vida sem sentir um gosto amargo na boca mas essas são oportunidades únicas!

Não desperdice o seu fracasso!

Essa é a hora de procurar sentido, desenvolver o pensamento criativo buscando respostas e alternativas.

Então, deixe o ego de lado e coloque no papel os problemas com a maior riqueza de detalhes possível. Em seguida busque razões e tente desenvolver ou pesquisar sobre possíveis respostas para o problema específico.

Se sua estratégia não der certo. Não tem problema!

Tente de novo. Persista! Insista!

A solução vai chegar se você metodicamente analisar seus resultados e buscar alternativas.

Só não vale o conformismo e tentar obter resultados diferentes fazendo as mesmas coisas, não é?

Entrarei em mais detalhes sobre essas e outras formas de desenvolver uma mentalidade de crescimento em próximos textos e inclusive vou apresentar técnicas detalhadas para cada uma delas.

Obrigada por ter me acompanhado até aqui.

Se você tem alguma dica ou quer comentar comigo o resultado do seu teste, deixe um comentário abaixo ou me mande um e-mail. Vou adorar ouvir você. E não se esqueça de se inscrever para receber nossas atualizações e uma série de conteúdos exclusivos via e-mail:

Nos falamos em breve.

Abraços!
Beatriz Rustiguel

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Conteúdos de referência:

Livro: Porque algumas pessoas fazem sucesso e outras não (versão em português) de Carol Dweck

Entrevista: “Vontade de aprender está na origem do sucesso” com Carol Dweck